2 estratégias para fazer as melhores escolhas

No entanto, a parte da “nova gastronomia” pode causar calafrios a algumas pessoas, especialmente aquelas que, no dia a dia, se esforçam para fazer dieta e/ou seguir algum tipo de alimentação saudável.

Afinal de contas, para muitas pessoas, é um grande sofrimento se esforçar por meses a fio para eliminar alguns quilos, só para ver eles voltarem bruscamente após alguns poucos dias de férias.

Felizmente, não precisa ser assim.

E sabe por quê? Porque existem 2 estratégias simples que podem ajudar você a aproveitar ao máximo a sua viagem incluindo a parte culinária ao mesmo tempo em que você mantém seu peso e sua boa forma.

Vamos ver quais são!

Escolha bem as comidas locais

Na maior parte do mundo, a culinária local é baseada em comida de verdade, pouco processada, e altamente saudável.

Na verdade, muito do que geralmente costumamos associar à “culinária típica” dos lugares é uma visão limitada do que existe de fato.

Por exemplo, quem pensa que cozinha italiana é só massa e pizza, está redondamente enganado, porque existem diversos tipos de assados, cozidos, sopas, caldos, brodos, etc., que certamente são saudáveis e pouco processados.

Neste sentido, note que a culinária italiana oferece uma infinidade de opções de legumes e carnes — e quem fica apenas na massa, na piadina e na pizza, está limitando bastante seu conhecimento gastronômico (e sua saúde).

O mesmo ocorre, por exemplo, com a culinária portuguesa.

Muitas pessoas associam a cozinha deste país com bolinho de bacalhau e pastel de nata (pastel de Belém). 

Mas o fato é que carnes (de vitela, de porco), peixes variados (muito além do tradicional bacalhau), frutos do mar (como amêijoas e mexilhões), moluscos (como polvo, lula, choco e pota) podem compor inúmeras variações de pratos saudáveis para o dia a dia.

Escolha e agende sabiamente as suas exceções

É claro que você não precisa ficar apenas nas opções saudáveis de cada lugar.

Afinal de contas, a vida seria muito triste se nunca pudéssemos comer algo “fora da dieta”.

Neste contexto, é fundamental lembrar do seguinte: você pode (e deve!) aproveitar as delícias locais, especialmente aquelas que são “típicas” e que você não vai encontrar na sua cidade de origem.

Então, coma sem medo o gelato em Milão, o pastel de Belém em Lisboa e o iogurte grego em Atenas.

Mas lembre-se de que você não precisa, de maneira nenhuma, comer a barra de kit-kat, nem o snickers e nem o twix.

Além disso, vale a pena focar na qualidade: em Portugal, por exemplo, você vai encontrar pastéis de nata em cada esquina e a maioria deles não vai ser tão bom ou memorável assim.

Desta forma, opte por focar na qualidade. É melhor comer um ou dois pastéis de Belém de alta qualidade do que 10 de qualidade duvidosa.

Para saber quais são as melhores opções, vale pegar dicas com guias de viagem, amigos que já visitaram tais lugares, sites de reviews de restaurantes, e por aí vai tudo para que você possa focar no que é especialmente bom, e abrir mão do que é medíocre.

E claro, como você fez as estratégias anteriores direitinho, na hora da exceção pode aproveitar sem culpa.

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